Nas conversas mais soltas deixamos escapar as fraquezas e inseguranças que nos perseguem.
- Não há alívio para hoje!
- Nem precisa encher o copo.
Atingimos o topo da cumplicidade quando conseguimos conversar com os olhos.
Eu digo: - Não! (em vão), Nós sabemos.
Ainda há tanto pra ser, dizer e rir. Mas a noite ficou amarga.
- É esta cerveja.
- Não, somos nós.
Será que é um erro estar sóbrio no meio disso tudo?
As pessoas que mais admiro são completamente seguras em suas loucuras.
O tempo se arrasta, vira um jogo de palavras. Talvez um jogo de saída.
Concordamos em parar por aqui.
Fez-se o tédio, o fim.